Fiz esta imagem a partir de uma foto antiga de noiva. Material: canetinhas preta e verde. O desenho foi feito em papel branco, mas resolvi aplicar uma textura de papel amarelado no Photoshop (Adriana).

vestido de renda

vestido de renda

Estou produzindo uma nova cartela de adesivos com o tema praia, feitos com aquarela e lápis de cor. Deixo aqui a primeira imagem enquanto termino o trabalho.

menina na praia aquarela

menina na praia aquarela

Esta aquarela foi produzida usando como referência uma fotografia nossa tirada na cidade de Pirapora do Bom Jesus, aqui em SP. Papel Fabriano, 50% algodão.

Casa Pirapora

Casa Pirapora

Estas imagens foram produzidas para a mesma revista do post anterior. A matéria tratava da importância da atividade física e incentivava os alunos e seus parentes a utilizarem a academia da escola. Os tons da ilustração procuraram seguir as cores do colégio e da revista, o azul e o verde.

garoto correndo

garoto correndo

garoto no sofá

garoto no sofá

pai pulando corda

pai pulando corda

Como ilustrador é “pau pra toda obra”, nos foi passado o trabalho de compor e montar imagens para capa e matéria da revista de uma escola particular. Aqui, o Rogério montou as letras em 3D no After Effects e trabalhou as texturas no Photoshop.

A direção de arte é do estúdio fmaisg.

detalhe da capa

detalhe da capa

detalhe páginas matéria

detalhe páginas matéria

Eu (Adriana) estou fazendo um curso de aquarela com o artista Wagner Zuri para aprimorar essa técnica. Aqui está um dos primeiros estudos que fiz, tendo como base uma fotografia fornecida pelo próprio Zuri.
O Zuri é um excelente professor, além de ser gente muito boa (só brigamos pela minha insistência em não usar pincéis que não sejam sintéticos). Nesse curso aprendemos a usar os “cinzas cromáticos”, ou seja, cinzas compostos por azuis e terras (aqui os tons principais são azul ultramar e sombra queimada). O papel é Fabriano, 50% algodão.

Estudo de aquarela

Estudo de aquarela

Bailando no ar, gemia inquieto vaga-lume: 

“Quem me dera que eu fosse 

aquela loira estrela 

Que arde no eterno azul, como 

uma eterna vela!” 

Mas a estrela, fitando a lua, com ciúme:

 

“Pudesse eu copiar-te o 

transparente lume, 

Que, da grega coluna à gótica janela, 

Contemplou, suspirosa, 

a fronte amada e bela” 

Mas a lua, fitando o sol com azedume:

 

“Mísera! Tivesse eu aquela 

enorme, aquela 

Claridade imortal, que

toda a luz resume”! 

Mas o sol, inclinando a rútila capela:

 

Pesa-me esta brilhante auréola 

de nume… 

Enfara-me esta luz e 

desmedida umbela… 

Por que não nasci eu um simples

vaga-lume?”…

 

 

Círculo Vicioso

Círculo Vicioso

Nesta imagem, escolhemos a composição circular por causa da estrutura do texto, e como referência visual, mapas celestes antigos.

A Serra do Rola-Moça

Não tinha esse nome não…

 

Eles eram do outro lado,

vieram na vila casar.

E atravessaram a serra,

o noivo com a noiva dele

cada qual no seu cavalo.

(…)


Clique aqui para ler a poesia completa.


 

A Serra do Rola-Moça

A Serra do Rola-Moça

Mais uma “figurinha” para nosso material de divulgação. Nessa imagem, o Roger fez o traço e eu apliquei as texturas no Photoshop. Intencionalmente, a vegetação da serra onde a noiva cai lembra labaredas infernais pois, afinal, é um texto tragicômico. (Adriana)


Cartela de adesivos Insetos, Guloseimas e Brinquedos. Material desenvolvido para portfolio. Técnica: colagem digital.
Em breve, produziremos novos adesivos com outros temas.

Adesivos Insetos

Adesivos Insetos

 

adesivos guloseimas motoca

adesivos guloseimas motoca

 

adesivos brinquedos motoca

adesivos brinquedos motoca


Debruçada nas águas dum regato
A flor dizia em vão
A corrente, onde bela se mirava…
“Ai, não me deixes, não!
“Comigo fica ou leva-me contigo”
“Dos mares à amplidão,
“Límpido ou turvo, te amarei constante
“Mas não me deixes, não!”
E a corrente passava, novas águas
Após as outras vão;
E a flor sempre a dizer curva na fonte:
“Ai, não me deixes, não!”
E das águas que fogem incessantes
À eterna sucessão
Dizia sempre a flor, e sempre embalde:
“Ai, não me deixes, não!”
Por fim desfalecida e a cor murchada,
Quase a lamber o chão,
Buscava inda a corrente por dizer-lhe
Que a não deixasse, não.
A corrente impiedosa a flor enleia,
Leva-a do seu torrão;
A afundar-se dizia a pobrezinha:
“Não me deixaste, não!”

 

Não me deixes

Não me deixes

Para este poema escolhemos usar uma ideia mais gráfica e decorativa, experimentando padronagens artesanais com um toque de psicodelia. O traço foi feito com caneta nanquim descartável e a pintura em aquarela.

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